Em reunião pública, órgãos municipais apresentaram ao prefeito, à vice-prefeita, a vereadores e a lideranças do município, as peças que serão utilizadas para divulgar o nome de Japorã além de suas fronteiras
(Roney Minella – Assessoria de Comunicação / PMJ)
A Secretaria Municipal de Educação e Cultura e o Departamento de Cultura da Prefeitura de Japorã apresentaram, na manhã desta quinta-feira (05/11), as peças fabricadas por 13 artesãos do município, classificados e contemplados no “Ciclo II” da Lei de Fomento à Cultura Aldir Blanc.
O projeto teve início com a divulgação do Edital de Chamamento Público nº 02/2026, publicado no dia 25 de agosto deste ano. A iniciativa faz parte de uma articulação da Administração Municipal, liderada pelo prefeito Vitor da Cunha Rosa (Malaquias), que, por meio da Secretaria de Educação e Cultura, decidiu incentivar o trabalho dos artesãos de Japorã, com destaque para os integrantes da comunidade indígena.
Na sede do Centro de Convivência dos Idosos, o diretor do Departamento de Cultura, Leomar Rodrigues (Marão), abriu o evento dando as boas-vindas às autoridades e aos artesãos de Japorã e da Aldeia Porto Lindo/Yvy Katu. A secretária municipal de Educação, Veridiana Barbosa da Silva, explanou sobre a importância do projeto desenvolvido pelo município, que resultou na aplicação de recursos oriundos da Lei Aldir Blanc e contemplou diretamente 13 agentes culturais.
“Hoje, apresentamos o resultado deste investimento: a fabricação dos brindes executada pelos artistas japoraenses, um acervo que foi integralmente adquirido pelo município. Estas peças serão ofertadas como brindes de divulgação da expressão cultural de Japorã, valorizando a diversidade existente em nosso município”, destacou Veridiana.
O prefeito Vitor da Cunha Rosa demonstrou satisfação e lembrou que a ideia era produzir peças que pudessem levar o nome de Japorã para outros municípios e além das fronteiras estaduais. “Precisávamos de brindes institucionais. Os artesãos selecionados entenderam o desafio lançado e aceleraram a produção de acervos diferenciados. Mostraram experiência, aptidão e, sobretudo, atingimos a nossa meta de gerar renda para as famílias que vivem deste setor. Chegamos aqui e vimos trabalhos artesanais de qualidade, feitos com profissionalismo”, afirmou o chefe do Executivo.
“Este também é o resultado do empenho da equipe da Administração, que está sempre pronta para trabalhar. Por isso, todos os nossos programas e projetos têm dado certo e gerado resultados positivos. Estão de parabéns todos os que participaram”, completou o prefeito. Entre os servidores empenhados no sucesso do projeto, esteve presente Luciana Bento Crepusculi, diretora do Departamento de Convênios e Prestação de Contas.
Antecederam o discurso do prefeito o presidente da Aceja, Walter José da Silva, que colocou a entidade à disposição para apoiar este e outros projetos; o vice-presidente do Legislativo, Dorival Velasques, que discursou em nome da comunidade indígena; e os vereadores Luizinho Bezerra e Jaclison Lopes. Também compôs a mesa de autoridades o cacique da Aldeia Porto Lindo/Yvy Katu, Onésio Dias.
A reunião pública foi prestigiada por secretários municipais, dentre eles, o Superintendente Geral de Gestão da Prefeitura, Paulo César Franjotti, Marli Vieira Ferro (secretária de Administração e Finanças), diretores de núcleos e departamentos municipais, e famílias dos agentes culturais.
QUE SÃO OS AGENTES CULTURAIS CONTEMPLADOS:
– Gislaine Adiala (Fios da Ancestralidade)
– Marisângela Neves Schultz (Mari Crochê Japorã)
– Marlene Mendes dos Santos (Marlene Vasos de Cerâmica)
– Ednalva Garcete (Artesanato Colar)
– Suzana Samaniego (Ateliê – produziu top e saia artesanais)
– Dominga Donizete Ortiz (brincos, pulseiras e acessórios)
– Bonifácio Benites (Bonifácio Artesão)
– Franceline Vera Duran (Ateliê Vera – chinelos com pedrarias)
– Madaleno Eufrázio
– Maria Aparecida Pereira (Cida Crochê – tapete de barbante com o nome Japorã)
– Jailton Ramires (Ramires Artesão – Jartes, fabricou colar indígena)
– Maurício Collin (escritor – livro “Quem vê poema, vê coração”)
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Fonte: Panorama do MS





