Nilde Brun, secretária executiva do CeTur, e empresários do trade turístico, reunidos com o secretário de Meio Ambiente, Jaime Verruck – Divulgação
Nilde Brun, secretária executiva do CeTur, e empresários do trade turístico, reunidos com o secretário de Meio Ambiente, Jaime Verruck – Divulgação

Na tarde dessa terça-feira, 02 de agosto, a secretária-geral da Fecomércio MS e secretária executiva do CeTur (Conselho Empresarial do Turismo e Hospitalidade), Nilde Brun, e empresários de 28 segmentos do trade turístico que integram o Conselho, estiveram reunidos com o secretário de Meio Ambiente, Jaime Verruck para tomar conhecimento sobre o atual estágio das obras do Aquário do Pantanal. O setor irá formalizar um manifesto mostrando a importância da conclusão do empreendimento que deve impactar em toda a cadeia do turismo no Estado.

O turismo movimenta hoje 54 atividades econômicas e o Aquário será fundamental para agregar visitantes ao Estado.  Representantes do Grupo Cataratas, que irá gerenciar o empreendimento após entregue, estiveram reunidos recentemente com o CeTur e apresentaram a proposta de trabalho mas, como a obra é conduzida pelo governo, o trade solicitou reunião para se inteirar sobre o assunto. “Quanto mais rápido esta obra for concluída, melhor será para todo o Mato Grosso do Sul, porque enquanto está parado o empreendimento também deixa de gerar receitas”, avalia Nilde.

Entre os empresários, a expectativa é grande. O presidente do Sindicato das Empresas de Turismo, Sebastião Rosa, afirma que todos os segmentos ficam otimistas com empreendimento. “Campo Grande há muito tempo é carente de um atrativo de peso que motive o turista a vir, ficar um dia ou dois dias a mais. Hoje a Capital acaba servindo de corredor para os turistas que passam em direção ao Pantanal ou Bonito”.

Jaime Verruck explicou à representante da Fecomércio e aos empresários que a expectativa é que dentro de 15 dias haja um posicionamento da Justiça determinando qual dos caminhos poderá ser adotado para a continuidade das obras: o aditamento do contrato ou abertura de uma nova licitação. Embora o cronograma previsto seja de 14 meses, só após esta definição será possível estabelecer um prazo final. Neste momento, a empresa responsável pela obra, a Egelte atua na execução do valor que ainda resta do contrato vigente, de R$ 6 milhões.

“A gente, como governo, acha muito importante a vinda do setor privado com esta grande representatividade. Diante de uma obra tão polêmica, ter a unanimidade do Conselho Empresarial sobre a importância de terminar o Aquário para que possa cumprir seu papel no desenvolvimento turismo e econômico do Estado, considerando que será um marco a partir do funcionamento, pensando que vão passar pelo local em torno de 300 mil pessoas por ano”.