O Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul reuniu mais de quinhentas lideranças do estado em Campo Grande, neste sábado, 04 de fevereiro. O encontro foi realizado para definir as pré-candidaturas do PT no estado de Mato Grosso do Sul

O Partido confirmou o nome de Humberto Amaducci como pré-candidato no ato com participação de lideranças do estado e do lideranças do estado do Rio Grande do Sul e a presença do Secretário Geral Nacional do Partido dos Trabalhadores, Romênio Pereira.

“Temos a honra de contar com bons quadros para 2018, pessoas que sabem dialogar com a comunidade e poderão debater e apontar soluções para os problemas enfrentados pelo Estado de Mato Grosso do Sul, para o governo, o currículo de Humberto será uma opção positiva para os eleitores de Mato Grosso do Sul.” _comenta a Presidente Denize.

PT lança pré-candidatura de Humberto Amaducci ao governo do Estado. Entre os pré-candidatos a deputado, Paulinho Roberto, atualmente, vereador em Ponta Porã.

Humberto Amaducci, professor de história, de 50 de idade, aposta na redescoberta da essência petista e dos propósitos reais da esquerda, como trunfos para que a militância consiga no seu exercício mobilizar novos simpatizantes ao projeto que se espelha nas eleições regionais de 1998. “Ganhar e perder é do jogo, falo isso com toda tranquilidade de quem se organiza para a disputa da sétima campanha. O meu maior orgulho foi o de contribuir nas vezes que pude com projetos que o PT buscou revolucionar em Mato Grosso do Sul. Aplicou bem no Governo do Estado, mas antes disso teve o seu laboratório lá na fronteira, com a Dorcelina”, cita o pré-candidato petista, que no momento ainda figura com aproximadamente 1% nas últimas pesquisas.

Confiante em um debate mais aberto no pleito deste ano, ele lembra que dificuldade e enfrentamento ao ódio de adversários marcou o início da sua carreira política, ao lado da prefeita de Mundo Novo – assassinada em setembro de 1999, há 15 meses de concluir o mandato. “Foi na gestão dela no município que iniciei na vida pública, sendo o chefe do setor que cuidava do orçamento participativo. Depois, escolhido pelo povo, dei sequência nesse trabalho. Tínhamos o sonho do povo determinar o investimento do dinheiro público, de forma consultiva e deliberativa. Nada é mais transparente do que a comunidade dentro do processo, embora para a política tradicional isso signifique resistência no Legislativo. O PT possui uma representatividade forte no Estado e com a história que desenvolvemos aqui não há como excluir a hipótese de candidaturas majoritárias”, ressalta Amaducci que já concorreu a vereador, deputado estadual, foi prefeito de Mundo Novo em três mandatos e garante estabelecer uma candidatura no partido sem a dependência de um padrinho. Para o nome da vez do PT, o amadurecimento do diretório e da militância, frente as adversidades dos últimos anos permitirá essa façanha.