11/07/2026
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    Terceiro envolvido em morte de policial em Corumbá morre em confronto com a PM

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    Equipe do Bope, com apoio do 6º BPM e da PF, foi até propriedade rural onde criminoso estava escondido

    Fonte da notícia: Jornal MidiaMax

    Waldiney Junior de Souza Alfonso, de 29 anos, morreu na noite desta sexta-feira (10) após confronto com a PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) em Corumbá , cidade da região oeste do Estado. Ele é apontado como terceiro envolvido na morte do soldado Marcelo Pimenta , em 30 de junho.

    Equipes do Bope (Batalhão de Operações Especiais) receberam informações de que o suspeito estaria na fronteira do Brasil com a Bolívia. Com apoio do 6º BPM (Sexto Batalhão de Polícia Militar) e PF (Polícia Federal), os agentes chegaram a uma propriedade rural onde o criminoso estava escondido.

    Ao ser cercado, o suspeito recebeu orientações para se render. Porém, ele não acatou à ordem e atirou contra a PM com uma pistola Browning 9mm. Os policiais revidaram à injusta agressão.

    Ferido, ele foi levado para o pronto-socorro da Santa Casa de Misericórdia de Corumbá, mas não resistiu e morreu.

    Guerra entre PCC e CV causou morte de policial

    Informações obtidas pelo Jornal Midiamax indicam que, antes da ação policial, os criminosos teriam ido até uma casa em um Fiat Argo, no município de Ladário , com o intuito de matar um integrante do CV (Comando Vermelho) conhecido como “Coelho”. Três homens efetuaram disparos, mas o alvo conseguiu escapar. O trio fugiu, e a polícia foi acionada para diligências.

    Já em Corumbá, quando a equipe tentou abordar os atiradores na Rua Totico de Medeiro, o policial Marcelo foi atingido por um tiro de fuzil, e os criminosos fugiram novamente. Logo, os militares tomaram conhecimento de que os suspeitos estariam tentando atravessar a fronteira para a Bolívia. Foi feito contato com a polícia boliviana, que localizou dois homens.

    Ewerton assumiu a participação no assassinato do policial e passou a indicar os locais onde estaria escondida parte das armas. Informações obtidas pelo Jornal Midiamax indicam que ele e o comparsa integravam o PCC (Primeiro Comando da Capital), sendo que Ewerton ficava com as funções de “disciplina” e “paiol”, enquanto Rubens exercia a função de “missionário”.

    Fuzis na casa de Ewerton

    Ainda conforme informações, Rubens e outro suspeito teriam adentrado a casa de Ewerton e escondido um saco nos fundos. Em seguida, atearam fogo em alguns materiais para apagar os vestígios e fugiram. Na casa de Ewerton, a polícia apreendeu dois fuzis, um revólver, duas pistolas, várias munições, dois rádios comunicadores, um fone de comunicação, distintivos policiais e uma quantidade de maconha.

    A polícia também foi até o local onde o Fiat Argo foi abandonado pelos suspeitos, ocasião em que encontrou máscaras, bandoleira, luvas, bonés e vestimentas de guerrilha.

    Confronto com suspeito

    Posteriormente, os policiais foram até a rodovia Ramon Gomes, onde Ewerton indicou que os armamentos haviam sido escondidos. Contudo, o criminoso teria se alterado, avançado contra um policial e tentado tomar a arma de fogo dele.

    Na ocasião, o militar conseguiu escapar da agressão, deu ordem de parada, mas Ewerton teria avançado novamente. Ele foi alvejado, socorrido para a Santa Casa de Corumbá, mas não resistiu. A reportagem apurou que Ewerton já foi preso em 2021 e 2022 e acumulava passagens por roubo majorado e tentativa de roubo.

    Horas após a morte do policial militar, criminosos ostentaram um fuzil de calibre 5.56 nas redes sociais em tons de ameaça. Questionado, o comandante-geral da PMMS disse que são vídeos antigos que circulam nas redes e são replicados em momentos como esse.

    Fonte: Panorama do MS

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