26/04/2026
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    Campo-grandense relata trilha tranquila no Morro Dois Irmãos, no Rio, antes de operação policial

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    Uma trilha bastante procurada por visitantes no Rio de Janeiro voltou a chamar atenção após uma operação policial com troca de tiros deixar cerca de 200 pessoas ilhadas no alto do Morro Dois Irmãos, na última segunda-feira (20). O local fica na comunidade do Vidigal, na Zona Sul da capital fluminense.

    Antes do episódio, porém, a experiência de quem esteve ali pode ser bem diferente. A jornalista campo-grandense e bacharel em Direito Daniele Valentim percorreu a trilha na véspera da ação policial e descreveu o passeio como tranquilo. Ela foi acompanhada de dois amigos e decidiu subir de última hora, após pesquisar o trajeto nas redes sociais.

    Segundo Daniele, o grupo saiu da região central do Rio de Janeiro de carro por aplicativo e pagou R$ 54 até o Vidigal. Já na comunidade, o deslocamento continuou com mototáxis: primeiro até a quadra próxima ao pé da trilha e depois até o início do percurso. Ela informou que os valores pagos foram de R$ 7 em um trecho e mais R$ 10 no outro.

    A jornalista afirma que encontrou movimento intenso no caminho e que a sensação foi de segurança. Na avaliação dela, o Vidigal tem perfil turístico e diferente de outras áreas que não são pacificadas. Daniele também destacou que o respeito aos moradores e aos pedidos para não filmar em determinados pontos faz parte da visita.

    Para ela, a trilha quebra estereótipos sobre a região e movimenta a economia local, com atuação de mototaxistas, ambulantes e trabalhadores ligados ao passeio. Ao mesmo tempo, pondera que não é possível romantizar a realidade da comunidade, onde há moradores vivendo sem saneamento básico. Sobre o trajeto, ela considerou o nível entre moderado e difícil.

    O Morro Dois Irmãos tem cerca de 1,8 km de extensão, leva em média de 40 minutos a 1 hora de subida e fica a mais de 500 metros de altitude. Do topo, é possível ver praias como Leblon, Ipanema e São Conrado, além da Lagoa Rodrigo de Freitas e parte da Barra da Tijuca. A orientação é verificar as condições de segurança antes da subida e, se possível, contar com apoio de guias locais.

    Fonte: Campo Grande News — https://www.campograndenews.com.br/lado-b/diversao/campo-grandense-faz-trilha-no-rj-e-vive-experiencia-oposta-ao-medo

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