O avanço da inteligência artificial voltou ao centro das estratégias econômicas de grandes potências e também do Brasil. O 15º Plano Quinquenal da China, válido para o período de 2026 a 2030, prevê reforço aos avanços científicos e maior integração da IA à estrutura industrial do país.
Nos Estados Unidos, quatro grandes empresas de tecnologia projetam investir cerca de US$ 650 bilhões em IA em 2026. Já o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) 2024-2028 prevê R$ 23 bilhões em aportes ao longo de quatro anos, enquanto a USP também trata o tema como prioridade institucional.
No texto de referência, a IA é apresentada como uma revolução tecnológica com impacto comparável ao da Revolução Industrial e ao crescimento da internet. A partir dessa leitura, o autor defende que governos, empresas e instituições considerem a tecnologia como parte central de suas decisões estratégicas e de inovação.
O artigo organiza sete tipos de modelos de negócio baseados em IA. Entre eles estão os modelos fundacionais, que servem de base para aplicações generativas; os intensificadores, voltados a usos setoriais; os otimizadores, que empregam IA nos bastidores para melhorar eficiência; e os exploradores, ligados a soluções mais complexas e de fronteira.
A lista inclui ainda os negócios de hardware para IA, a plataforma cloud para IA e as ferramentas para desenvolvimento de aplicações, como hubs de modelos e operações de aprendizado de máquina. Segundo o autor, compreender essas categorias ajuda a alinhar vocações, recursos e estratégias, com foco no melhor retorno econômico e social dos investimentos em inteligência artificial.
Fonte: Campo Grande News — https://www.campograndenews.com.br/artigos/modelos-de-negocio-baseados-em-inteligencia-artificial




