A ressonância magnética ainda gera dúvidas entre pacientes, especialmente sobre dor, radiação, contraste e sensação de desconforto durante o procedimento. Para esclarecer esses pontos, o coordenador do serviço de radiologia do Hospital Proncor e do Hospital Santa Marina, Dr. Flávio Stefanini, detalhou como a tecnologia é usada nos diagnósticos atuais.
Segundo o especialista, o exame não utiliza radiação ionizante. O funcionamento ocorre por meio de um campo magnético, o que faz da ressonância um método considerado seguro e moderno, inclusive para pacientes de diferentes idades. Quando necessário, o contraste utilizado também é descrito como seguro e bem tolerado.
Entre os usos mais comuns, a ressonância é apontada como uma ferramenta importante na identificação precoce de doenças em áreas como neurologia, ortopedia, cardiologia e avaliação abdominal. O exame pode auxiliar, por exemplo, na análise de AVCs, tumores, doenças degenerativas, articulações, ligamentos, coluna e estrutura do músculo cardíaco.
O texto também destaca a diferença entre ressonância e tomografia. Embora os aparelhos possam parecer semelhantes, cada exame tem uma indicação específica, e a escolha cabe ao médico assistente conforme a situação clínica de cada paciente.
Para reduzir o incômodo com o barulho do equipamento e a ansiedade de quem sente dificuldade em permanecer imóvel, o Hospital Proncor informa oferecer música durante o exame e atendimento com sedação em casos indicados, com monitorização especializada e segurança hospitalar. A unidade também ressalta a vantagem de realizar o procedimento em ambiente com retaguarda imediata para eventuais necessidades.
O agendamento é feito por canal exclusivo, com apoio de concierge para orientar o paciente sobre os preparativos necessários. O atendimento pode ser solicitado pela central telefônica, pelo site do hospital, por WhatsApp ou pelo contato informado para concierge.
Fonte: Campo Grande News




