A sessão da câmara de vereadores de Mundo Novo, realizada na última segunda-feira (25), contou com um grande público que pôde escutar um aprofundado debate que mostrou o viés democrático pelo qual a mesa diretora, liderada pelo presidente Sebastião Reis de Oliveira (PMDB), implantou ao legislativo. Primeiro, o presidente consultou aos demais edis a possibilidade da tribuna ser usada pelo diretor da federação sindical Rudinei Vera de Carvalho. Com a aceitação unânime dos onze parlamentares, o sindicalista apontou que o sindicato local (Sinserv – Sindicato dos Servidores Municipais) não foi recebido pelo prefeito Humberto Amaducci que alegou ilegitimidade para recebê-los. Afirmou que a categoria é o representante legal dos trabalhadores municipais e que tinha documento provando que em 2006 o então prefeito Humberto Amaducci discutiu com o mesmo sindicato a reposição salarial. Alguns vereadores, incluindo o líder do prefeito Amaury Amaducci (PT), explicaram que o prefeito considera o referido sindicato legítimo, porém, considera ilegítima a atual direção do Sinserv. Isto porque a atual diretoria foi reeleita na última eleição com apoio dos funcionários comissionados, o que na visão do prefeito é ilegal e/ou imoral. Para Humberto os cargos de comissão não deveriam ter direito a voto. A maioria dos parlamentares deram apoio a atual diretoria do Sinserv e conclamaram o atual prefeito a negociar a reposição salarial com o sindicato. Presentes na sessão conduzida pelo presidente Sebastião Reis de Oliveira (PMDB), também: Gildo Amaral (PMDB); Neivaldo Bau (PTdoB), Adacildo Oliveira (PSDB); Orandir Ribeiro (PMDB), Fernanda Cedaro (PP), Vanderlei Botega (PPR), Marcelo Ally (PMN), Amaury Amaducci (PT), Gessé (PSB) e Aleamir Biazussi (PT).

Bom público viu sessão marcada por debates de alto nível